domingo, 22 de novembro de 2009

Provedor para acesso a internet é desnecessário

Se não fosse uma exigência da Lei Geral de Telecomunicações (LGT), o usuário de banda larga não precisaria ter que contratar um provedor. Isso porque, segundo especialistas, o papel desse último é "superficial". A sua participação é única e exclusivamente com a função de "liberar o caminho" para que o internauta possa navegar. Após isso, o provedor sai literalmente de cena. Ou seja, a conexão passa a acontecer realmente entre o cliente e o verdadeiro provedor de acesso, nesse caso, a operadora. O processo é simples, é como se a operadora repassasse o login e senha do usuário e o provedor apenas teria que autenticar.
E vale ressaltar que não existe nenhuma lei ou regulamentação que obrigue o usuário a contratar um provedor de acesso, o que as operadoras estão fazendo é cobrar duplamente pelo acesso do usuário à Internet em alta velocidade: cobra ao cliente para desfrutar da estrutura, o que não tem nada de errado; mas também cobra um pedágio “digamos assim” para acessar a Web, justamente a tarifa correspondente à taxa paga pelo consumidor ao provedor.
O Brasil é um dos poucos países do mundo a exigir dupla cobrança ao internauta pelo mesmo serviço. Em países como os Estados Unidos, onde 51% dos internautas são adeptos da banda larga, a identificação do usuário é feita diretamente pelo ISP (Internet Service Provider), sem a exigência de que se passe pelo provedor. A Assembléia Legislativa do Paraná aprovou projeto de lei que proíbe as empresas prestadoras de serviços de acesso a internet, via Banda Larga, de exigir a contratação de provedor de conteúdo como condição de acesso a internet. A proposta segue agora para sanção ou veto do poder executivo, o projeto é de autoria do Deputado Jonas Guimarães (PMDB), Nós somos vitimas o tempo todo de golpistas e essas operadoras, juntamente com os provedores não passam disso.

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